terça-feira, 1 de agosto de 2017

Fechamento de Julho: +2,50% bruto e +1,19% de lucro

Mais um mês no positivo e batendo o CDI+IPCA. Com isso consegui aumentar um pouco a diferença no acumulado. Completei 1 ano acompanhando mais de perto as finanças e tendo um controle em planilha de aportes e dos investimentos. Como eu já disse antes, foi justamente em virtude dos blogs que eu comecei a fazer isso.

Este mês apenas comprei ITSA4 iniciando meu projeto de médio prazo. Acho que ITUB3, 4 e ITSA3 e 4 têm hoje um dos melhores custo-benefícios da bolsa brasileira. Ainda acho que a bolsa como um todo vai sofrer muito ano que vem com o cenário eleitoral, como eu já disse em outros posts, mas se tudo der certo eu não quero estar atrasado, por isso já comecei a entrar. A ideia agora é segurar um pouco de caixa para aproveitar algum momento de maior incerteza e volatilidade que castigue os preços.

Este mês tive um aporte menor que a média. Primeiro porque eu tirei férias na virada entre junho e julho, então o salário é menor mesmo, o que eu recebi de férias entrou como aporte em junho. Então, no fim, se juntar os dois meses o aporte ficou próximo à média. Segundo que eu realmente gastei mais este mês.

Carteira:
Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações: R$ 30.882,00
FIIs: R$ 195.688,27
Caixa: R$ 7.898,28
Patrimônio Total: R$ 234.468,55

Rentabilidade no mês: 1,19%
Rentabilidade no ano: 11,62%

Divisão dos dividendos:
Dividendos: R$ 0,00
Aluguéis: R$ 1272,80
Renda fixa: R$ 20,04
Total: R$ R$ 1292,84




quinta-feira, 27 de julho de 2017

Comentário rápido sobre o COPOM

Como todo mundo esperava o BC resolveu manter o ritmo de corte de 1,00 ponto percentual e a SELIC já está a 9,25% ao ano. Nesse nível, a rentabilidade do CDB da galera que tava acostumada com SELIC em 14,00% já incomoda demais. Acho que se não fosse a incerteza política tão grande, o IBOV já estaria em níveis melhores.

Os principais economistas já estão revendo seus calls de SELIC ao fim do ano para entre 7,00% e 7,50%. Eu continuo achando que o BC não vai conseguir tão longe e ficar entre 7,50% e 8,00% mesmo. Mas, o principal efeito é o quanto de dinheiro que ainda está represado em renda fixa deve começar a se movimentar pra renda variável. Continuo achando a maioria dos FIIs muito esticados, mas devemos ter mais valorizações nos próximos meses por puro fluxo de capital....

quarta-feira, 26 de julho de 2017

COPOM de hoje e minha estratégia

Aproveitando que hoje é o segundo dia da reunião do COPOM e que mais tarde nós veremos depois de 4 anos a SELIC em um dígito novamente vou falar um pouco da minha expectativa.

Quando o impeachment da Dilma estava praticamente cristalizado eu resolvi sair completamente da renda fixa, que na época era quase toda minha alocação, e resolvi partir para as ações e para os FIIs. Claro que eu perdi uma parte da subida, já que o mercado começou a precificar o impeachment bem cedo, mas mesmo assim entrei numa época boa.

Meu racional era simples, as taxas iam recuar muito, a galera ia ver o CDB suado deles despencar a rentabilidade e ia correr atrás de novas opções.

Engraçado que eu achava que a SELIC não cairia tão rápido quanto caiu e mesmo assim os FIIs não subiram tanto quanto eu achava na época. Acho que o mercado de renda fixa é mais resiliente do que eu imaginava, a galera demora pra perceber o corte de rentabilidade que tá tomando. Fora que a economia não decolou também como eu esperava, o burro do Temer se deixou ser gravado e a incerteza voltou.

Na reunião anterior, de maio, tudo levava a crer que o BC conseguiria acelerar o corte para 125 pontos, aliás, pela própria comunicação ficou claro que essa era uma possibilidade real não fosse a famosa gravação. Todo caso, a inflação continuou despencando, ele conseguiu dar 100 e ao que tudo indica dará mais 100 pontos hoje.

A questão agora é onde o BC vai parar. O consenso que era de 9,00% no fim do ano, virou 8,00% e agora tá começando a apontar para baixo, para perto de 7,50%. Acredito eu que o nível ideal de juro real seria uma SELIC em 8,00% no fim do ano e ficar neste nível por um bom tempo. Por isso, acho que quanto mais ele cortar abaixo deste nível, mais pressão ele vai ter pra subir ano que vem. O detalhe é que ano que vem tem eleições e o BC costuma evitar se mexer muito perto das eleições.

Como eu venho dizendo em outros posts, o principal risco que vejo agora é o risco eleitoral. Um cenário Lula x Bolsonaro cada vez mais polarizado sem que um candidato de centro desponte com chances reais. O mercado vai assustar em algum momento com isso. Com Selic em 8,00% e um risco desses, o caminho natural é o real desvalorizar e muito, por isso fiz o post anterior sobre opções simples para "comprar dólar". Esse segundo semestre e o primeiro do ano que vem pretendo segurar mais caixa para tentar aproveitar alguma piora do mercado que baixe de forma irracional os preços de ITSA4 que já comecei a comprar em julho.

Estou pessimista com o risco eleitoral, mas otimista com o que vai sair daí em 2019. Acho que ano que vem será um bom ponto de entrada para o mercado de ações...

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Opção simples para montar um (quase) hedge

Eu imagino que a grande maioria do pessoal dos blogs de finanças já ouviu falar ou já percebeu que o dólar e o IBOV tem uma correlação negativa quase que total. Claro que em alguns dias ou semanas os dois andam juntos, mas basta pegar gráficos mais longos e perceber como um vai pra um lado e o outro vai no sentido contrário.
(Acho que a maioria saiba o conceito de hedge, mas para quem não está familiarizado a wikipédia tem um artigo simples, mas bem informativo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cobertura_(finan%C3%A7as))

A questão é que eu não acho tão acessível operar dólar, mas é claramente uma ferramenta de hedge interessante pra gente que na maioria das vezes vai estar comprado em IBOV ou nos FIIs apostando em renda no longo prazo.

Há pelo menos 3 maneiras óbvias de se comprar dólar: mercado futuro, comprar moeda e aplicar em algum fundo cambial. Acontece que, pelo menos para mim, essas três opções não são muito viáveis. Mercado futuro é bem interessante, mas operar lá é um pouco mais complicado que simplesmente comprar uma ação. Comprar moeda e guardar no colchão também não é muito legal. E por fim, fundos cambiais têm o velho problema de outros fundos: as taxas de administração.

O grande objetivo do post é apresentar uma opção mais semelhante ao que estamos mais acostumados. Comprar ações que têm alta correlação com o comportamento do dólar e servirão de hedge para nossa carteira de ações e de FIIs. São as ações de empresas exportadoras, que têm quase que toda sua receita em dólar e que são muito afetadas pela cotação da moeda. Acho que isso não é uma grande novidade para os mais experientes, até mesmo para os iniciantes, já que os sites geralmente costumam dar bastante atenção para este fato. Mas vamos aos principais papéis: SUZB5, FIBR3, KLBN11, EMBR3, MRFG3, BRFS3 e JBSS3. Incluí a JBS apenas porque ela entra na categoria, mas o caso dela é mais delicado e merece mais atenção em algum outro post.

O foco do post é comentar sobre o papel que eu acho ser o melhor para fazer esse (quase) hedge que é SUZB5. Vejam no gráfico com os retornos dos três ativos desde junho de 2014 o que comentamos anteriormente em relação ao IBOV e ao dólar. Como os gráficos são praticamente espelhados. E também como a SUZB5 acompanha o dólar. Também é possível perceber porque eu utilizei o "quase" entre parenteses. Porque além de a SUZB5 não acompanhar o dólar 100% do tempo, já que outras coisas podem afetar as cotações, o próprio dólar não é um hedge perfeito em relação ao IBOV.

O papel sofreu muito com a queda do dólar a partir da cristalização do cenário de impeachment da Dilma, mas já se recuperou em parte, apesar de o real continuar se valorizando. Para quem, como eu, não acha tão trivial sair comprando puts ou operando futuros, acho uma boa dica colocar um pouco dessas ações na carteira para se proteger do maior risco que eu vejo hoje para a renda variável no Brasil que é o risco fiscal. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Minha estratégia de investimentos

Bom, agora que terminei de postar os balanços históricos posso me concentrar um pouco na estratégia que eu pretendo utilizar.

Em resumo a minha estratégia é buscar renda passiva nos FIIs e buscar ganho de capital nas ações nesta primeira fase. A ideia é ir para renda fixa apenas quando eu tiver um montante mais elevado e resolver deixar a grana "parada". O objetivo é ter rendimento acima do CDI+IPCA. Coisa que tenho conseguido por muito pouco até a atualização de junho. Segue de novo o gráfico:



Quando descobri o mundo dos FIIs, os preços ainda estavam com bons descontos, então deu pra entrar e garantir um yield bom logo de cara. Fiz um mix entre shoppings, logística, lajes e papel. A minha ideia agora é deixar a carteira parada por um bom tempo. Acho o custo com impostos muito proibitivo para a venda, apenas venderei se achar que o preço subiu muito sem explicação. De resto, a ideia aqui é ter uma garantia de renda mensal. Enquanto eu ainda tiver salário, a ideia é ir reinvestindo o valor dos aluguéis na própria carteira. O dia que eu resolver chutar a bunda do patrão (ou ser chutado), a renda mensal me dará certo conforto.

Em relação às ações a história é mais longa. Quando eu comecei no mundo das ações, em agosto de 2008 (sim, logo antes do Lehman quebrar), eu corri atrás de uns materiais de análise técnica e saí pra "treidar" com o pouquíssimo dinheiro que tinha acumulado com uns 6 meses de trabalho antes de começar a faculdade. Por sorte eu não "quebrei" como a maioria dessas histórias, mas também não ganhei nada muito relevante, apenas fiquei com uma reserva que foi sendo gasta durante a faculdade até conseguir o estágio.

Quando eu comecei a ler os blogs de finanças pessoais, a minha primeira ideia foi montar uma carteira de ações com o mesmo objetivo da carteira de FIIs, conseguir uma renda com os dividendos e ir reinvestindo conforme o tempo fosse passando. Assim como nos FIIs, eu também consegui bons pontos de entrada nas ações, já que foi mais ou menos na virada do impeachment. Foi o momento que resolvi tirar tudo das LFTs e ir pra renda variável.

Mas, de uns tempos pra cá eu resolvi mudar um pouco o objetivo com as ações. Agora, a minha ideia é tentar encontrar boas oportunidades em boas empresas e apostar um pouco no que eu acho que vai acontecer com o Brasil nos próximos anos. Com base nisso, resolvi entrar em ITSA4. Comprei apenas uma pequena parte do que eu pretendo comprar nos próximos meses, apenas porque se as coisas acontecerem mais rápido do que eu estou pensando, eu ainda ganho um pouco.

Em resumo, acho que os preços ainda estão muito otimistas com os riscos que permanecem no cenário brasileiro e até no global. O mercado ainda vai se assustar muito com os riscos lula e bolsonaro conforme as eleições forem se aproximando. Esse medo lula e bolsonaro deve trazer boas oportunidades de compras no futuro e acho que ITSA4 casa bem com o risco x retorno que eu busco diante desse cenário.

Balanço Histórico: Junho de 2017

Venda de EGIE3 após comprar mais para fazer um trade. CIEL3 deve ficar na carteira até se recuperar. Não tenho pressa com ela. Sigo longe dos FIIs.

Distribuição das ações: Sobrou apenas CIEL3.

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 2.952,00
FIIs - R$ 194.941,62
Caixa - R$ 30.851,76
Patrimônio Total - R$ 228.745,38

Rentabilidade no mês: 0,27%
Rentabilidade no ano: 10,30%

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 62,75
Aluguéis - R$ 1.275,32
Poupança - R$ 39,62
Total - R$ 1.377,69

Balanço Histórico: Maio de 2017

Cheguei praticamente na meta com os FIIs. Em valor gasto não chegou exatamente aos 200k, mas não vejo mais nada interessante nos preços atuais. E se considerar o valor atualizado + aluguéis, está na meta. A ideia agora é deixar a carteira parada. Só compraria mais a algum preço muito interessante, ou só venderia se algum deles subir demais.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 6.054,20
FIIs - R$ 196.819,02
Caixa - R$ 20.080,17
Patrimônio Total - R$ 222.953,39

Rentabilidade no mês: 0,87%
Rentabilidade no ano: 10,01%

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 4,88
Aluguéis - R$ 1.170,65
Poupança - R$ 84,49
Total - R$ 1.260,02

Balanço Histórico: Abril de 2017

Em abril consegui praticamente zerar as ações. Ainda sobraram EGIE3 e CIEL3. A meta com os FIIs está quase atingida.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 6.292,00
FIIs - R$ 174.541,47
Caixa - R$ 33.286,86
Patrimônio Total - R$ 214.089,33

Rentabilidade no mês: -0,60%
Rentabilidade no ano: 9,06%.

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 17,00
Aluguéis - R$ 1.150,93
Poupança - R$ 56,82
Total - R$ 1.224,75

Balanço Histórico: Março de 2017

Como eu disse no balanço de fevereiro, a ideia era seguir desmontando a carteira de ações e tentando alcançar a meta com os FIIs. Venda de LREN3.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 20.390,40
FIIs - R$ 176.479,09
Caixa - R$ 14.077,07
Patrimônio Total - R$ 210.946,16

Rentabilidade no mês: 1,43%
Rentabilidade no ano: 9,72%

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 310,58
Aluguéis - R$ 1.027,75
Poupança - R$ 29,57
Total - R$ 1.367,90

Balanço Histórico: Fevereiro de 2017

Em fevereiro eu tive minha maior entrada nos FIIs, minha meta para o ano era chegar em 200k e estabilizar. Resolvi ir vendendo as ações que tinham esticado muito e chegar na meta dos FIIs.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 23.378,30
FIIs - R$ 149.232,40
Caixa - R$ 30.919,13
Patrimônio Total - R$ 203.530,43

Rentabilidade no mês: 4,17%
Rentabilidade no ano: 8,17%

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 61,20
Aluguéis - R$ 973,47
Poupança - R$ 160,89
Total - R$ 1.195,56

Balanço Histórico: Janeiro de 2017

Seguindo na consolidação da carteira de FIIs.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 24.213,40
FIIs - R$ 94.289,53
Caixa - R$ 73.031,17
Patrimônio Total - R$ 191.534,10

Rentabilidade no mês: 3,83%

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 22,38
Aluguéis - R$ 499,90
Poupança - R$ 373,35
Total - R$ 895,63

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Balanço Histórico: Dezembro de 2016

Novas compras em FIIs. BRCR11 e HTMX11. Consolidação da carteira. agora só aumentar o número de cotas.

Distribuição das ações:
Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:



Carteira:
Ações - R$ 22.573,5
FIIs - R$ 65.754,75
Caixa - R$ 70.133,43
Patrimônio Total - R$ 158.461,68

Divisão dos Dividendos:
Dividendos - R$ 18,39
Aluguéis - R$ 380,94
Poupança - R$ 502,29
Total - R$ 9601,62







Balanço Histórico: Novembro de 2016

Seguindo com a estratégia de construir a carteira de FIIs.

Distribuição das ações:
Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:


Carteira:
Ações - R$ 23.162,20
FIIs - R$ 38.421,17
Caixa - R$ 79.585,97
Patrimônio Total - R$ 151.169,34

Divisão dos dividendos:
Dividendos - R$ 14,07
Aluguéis - R$ 426,34
Poupança - R$ 524,69
Total - R$ 965,10


Balanço Histórico: Outubro de 2016

Em outubro apenas me desfiz de mais algumas ações e mantive intacta a carteira de FIIs, os preços subiram de mais em outubro e resolvi esperar melhores oportunidades.

Distribuição de ações:
Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:

Gráfico de variação patrimonial:

Carteira:
Ações - R$ 25.716,00
FIIs - R$ 39.427,57
Caixa - R$ 83.344,59
Patrimônio Total - R$ 148.488,16

Divisão dos dividendos:
Dividendos - R$ 103,57
Aluguéis - R$ 310,14
Poupança - R$ 474,37
Total - R$ 888,08

Balanço Histórico: Setembro de 2016

Seguindo o processo de montagem da carteira, se desfazendo de algumas ações e comprando alguns FIIs.

Distribuição das ações:
Distribuição dos FIIs:

Tabela Consolidada:


Carteira:
Ações - R$ 26.118,0
FIIs - R$ 38.202,20
Caixa - R$ 72.078,29
Patrimônio Total - R$ 136.398,49

Divisão dos dividendos:
Dividendos - R$ 51,28
Aluguéis - R$ 250,65
Poupança - R$ 461,76
Total - R$ 763,69




Balanço Histórico: Agosto de 2016

Em agosto completei minha carteira de ações e vendi os títulos que possuía e passei a focar a terminar a carteira de FIIs esperando boas oportunidades de entrada.

Distribuição de ações:
Distribuição dos FIIs:

Carteira:


Ações - R$ 29.198,00
FIIs - R$ 29.383,48
Caixa - R$ 72.372,60
Patrimônio Total - R$ 130.954,08

Divisão dos dividendos:
Dividendos - R$ 45,79
Aluguéis - R$ 152,09
Poupança - R$ 21,66
Total - R$ 219,54


Balanço Histórico: Julho de 2016

Comecei a acompanhar os blogs financeiros em junho de 2016 e a partir de então resolvi controlar a evolução das minhas finanças e planejar o futuro já que sempre tive a intenção de "viver de renda".

Então, o primeiro mês que tenho algum tipo de controle é julho/16. Nos próximos posts vou atualizando com cada mês desde histórico.

Bom,

Minha carteira em julho era formada por ações, FIIs e Títulos, além de uma sobra em caixa já que minha carteira estava em formação.

Distribuição das ações:

Distribuição dos FIIs:


Títulos:
LFT 2021 - 100%.

Carteira:
Ações - R$ 15.767,00
FIIs - R$ 19.337,53
Títulos - R$ 79.686,6
Caixa - R$ 16.712,52
Patrimônio total - R$ 131.503,65

A minha ideia era ir comprando aos poucos os FIIs e as ações e vendendo o que tinha de títulos. Visualizava no momento uma boa oportunidade a partir do impeachment da Dilma para a queda da Selic.

Início dos trabalhos

Depois de muito acompanhar o trabalho em outros blogs de finanças pessoais, como Mestre dos Dividendos, Além da Poupança, Viver de Construção e outros, resolvi entrar para esse time de colaboradores.

O blog é novo mas eu pretendo postar os balancetes desde que eu tenho registrado. A partir do final de julho postarei conforme os meses forem passando.

Pretendo também postar alguns comentários em relação à conjuntura econômica doméstica e externa.

Bons dividendos a todos.