terça-feira, 7 de novembro de 2017

Análise da minha primeira dobrada.

Como eu havia dito no post de fechamento, em outubro eu atingi minha primeira dobrada de patrimônio. Resolvi abrir um pouco os números para tentar entender como esses valores foram atingidos. Eu vejo que o pessoal tem muito mais metas do que eu, deixando isso bem claro e acompanhando ao longo do tempo. Eu até faço algumas metas na minha cabeça, mas não as persigo, não faço um acompanhamento mais detalhado se estou cumprindo a meta que me coloquei.

Pois bem, em julho do ano passado resolvi que ia começar a acompanhar melhor meus investimentos. Eu faço trades em ações desde 2008, mas nunca planilhei muito bem. Como eu já disse em outras oportunidades, foram justamente os blogs de finanças que me incentivaram a acompanhar melhor meu patrimônio.

Em julho de 2016 meu patrimônio total era de R$ 131.503,65 e no encerramento de outubro fiquei com R$ 262.880,63. Ou seja, uma diferença de R$ 131.376,98.

Segue uma tabela de como esse valor foi atingido:

Blogs como o Viver de Construção e o Mestre dos dividendos sempre comentam o quanto o aporte nessa fase inicial é importante. Acho que fica bem claro pela tabela o quanto isso é verdade. Cerca de 67% do meu aumento de patrimônio foi devido a aportes. Nos últimos meses eu aumentei um pouco meus gastos porque comprei um celular e ingressos de shows. Mas esse ano acabei não viajando, então mantive meu padrão de gastos relativamente estável nesse período analisado aqui.

Me impressionou também o quanto os alugueis representaram dessa variação.

Na linha lucros consolidei tudo que ganhei com valorização de ativos no período, seja os que já foram vendidos ou os que ainda estão comigo.

Antes de julho do ano passado eu só aplicava em títulos do tesouro e continuava meus trades em ações. Descobri nos blogs o mundos dos FIIs e vejo o quanto foram importantes na construção do meu patrimônio até aqui.

Acho que a conclusão é bem óbvia. Na fase inicial, o foco tem que ser no aporte não tem jeito. Independente do seu nível de aporte, você tem que tentar maximizar o quanto consegue colocar de dinheiro novo. Sendo que a rentabilidade começa a ganhar mais importância numa fase em que você já não consegue aportar acima de 1,0% do seu patrimônio ao mês. Que por sinal é uma fase que já estou chegando perto. Acredito que ao fim de 2018, na média, eu não conseguirei aportar acima de 1,0% do patrimônio ao mês.

8 comentários:

  1. Muito bom!
    Atingindo a meta, dobre a meta.
    Abraço!

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    1. Espero poder continuar dobrando para o resto da vida haha

      Abraço Uó.

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  2. Belos números ED. De fato os aportes fazem diferença no começo, mas qdo o montante passa para 300, 500 ou mais, o aporte tem que ser violento para fazer diferença. É nessa fase que fica mais desafiador obter uma performance melhor. Enfim, parabéns e como disse o Uó: agora é dobrar a meta. Abraço!

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    1. Até planejo ainda tentar aumentar o aporte. Seja conseguindo um salário melhor, seja cuidando dos gastos. Mas, realmente, a rentabilidade vai começar a ganhar mais peso. O bom é que eu sempre fui muito preocupado com rentabilidade. Então, acho que não vai ser tão complicado.

      abraço e obrigado.

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  3. Foco no aporte !!! mas também gerenciar melhor seus investimentos e ter gastos reduzidos ajuda muito, parabéns pela disciplina !!

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    1. É isso mesmo. O ideal é ter tudo gerenciado e controlado. Com isso, a independência financeira vem sem dúvidas.

      abraço e obrigado.

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  4. Lembrei da Dilma, vamos chegar na meta e depois vamos dobrar a meta kkk.

    Muito bom amigo, foco no aporte e renda extra.


    Numeros incriveis.

    Abraçao

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    1. Valeu VdC.

      A única meta da Dilma era ferrar a gente haha

      abraço

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